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Sebrae lança site de dados de micro e pequenas empresas

Instrumento vai contribuir para melhor conhecimento sobre a realidade dos pequenos negócios no País

O Sebrae lançou hoje, terça-feira (31), o novo ambiente de dados sobre as micro e pequenas empresas brasileiras, o MPE Data (www.mpedata.com.br). A ferramenta é simples e única. Trata-se de uma base de informações elaborada para facilitar a busca de números dos pequenos negócios no País. O lançamento foi às 11 horas na Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC), em Brasília.

Para a elaboração do MPE Data foram selecionados os indicadores mais demandados, como taxa de sobrevivência das empresas, número de exportadoras, empresas optantes pelo Simples, empreendimentos informais e empreendedores individuais formalizados. Classificados nacionalmente ou por estado, os indicadores serão atualizados a cada15 dias e podem ser exportados em planilhas de Excel ou em arquivos PDF.

Além do MPE Data, também será lançada terceira edição impressa do Anuário do Trabalho na Micro e Pequena Empresa, com números de 2008 e 2009. O anuário foi produzido pelo Sebrae em parceria com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE).

Rodolfo Nakamura
Com informações do DIEESE.

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August 31, 2010   Deixe um comentário

Internet bate TV aberta como passatempo nacional

Espectador brasileiro prefere internet e busca web para assistir à televisão

Marco Tomazzoni, iG São Paulo

A internet virou a forma de entretenimento favorita entre os brasileiros, acabando com o monopólio da televisão. Pelo segundo ano consecutivo, uma pesquisa realizada pela Deloitte no Brasil e em outros quatro países (Estados Unidos, Japão, Alemanha e Reino Unido) mostrou que a web é o passatempo nacional favorito – ao contrário dos estrangeiros, que ainda preferem a TV. O internauta brasileiro gasta em média, por semana, 17 horas assistindo televisão e cerca de 30 horas navegando na internet.

Para enfrentar esta mudança, as redes de televisão aberta têm si um desafio complexo pela frente: vencer o desinteresse do espectador. Nos últimos anos, a TV aberta vem perdendo ponto atrás de ponto no Ibope, seja para uma poltrona vazia, seja para outras mídias. A TV por assinatura, DVD players e principalmente a internet vem se firmando como as principais opções para o brasileiro em seu tempo livre.

Entre 2000 e 2009, a média de televisores ligados das 18h à meia-noite – o horário nobre da audiência e dos anunciantes – caiu de 66% para 59% e as cinco maiores redes do país perderam juntas 4,3 pontos de audiência. Enquanto isso, no mesmo período o total de aparelhos utilizados para outras funções – TV a cabo, games, etc – cresceu 91%, de 3,5 para 6,7 pontos.

Explosão da web

O salto é reflexo da explosão que esses serviços tiveram no país. De acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o total de usuários de TV por assinatura partiu de 200 mil, em 2000, para 3,4 milhões no início de 2010, número 17 vezes maior. O mercado doméstico de cinema também vive sua era de ouro: de 5,9 milhões de fitas VHS e DVDs em 2001, segundo a União Brasileira de Vídeo, para 25,4 milhões de unidades no ano passado, uma expansão de 330%.

Com relação à internet de alta velocidade, o aumento é exponencial: de 200 mil pontos fixos no início da década para 12,2 milhões em 2010, de acordo com a Associação Brasileira de Telecomunicações. Só no primeiro semestre deste ano, a banda larga móvel, o famoso 3G, teve crescimento de 141%, passando de 4,3 milhões de conexões para 10,4 milhões, uma verdadeira febre entre os usuários

Publicado originalmente em: Último Segundo/IG, 27/08/2010.

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August 30, 2010   Deixe um comentário

Brasil é o 5º país no ranking de uso de redes sociais na internet

Orkut é favorito aqui, com 52 milhões de usuários; 6 milhões já utilizam o Facebook

Levantamento divulgado ontem pela empresa americana de tecnologia comScore revela que o Brasil teve, no último mês, 35,2 milhões de visitantes únicos em sites de relacionamento. A audiência é a quinta maior do mundo, atrás apenas do fluxo registrado em Estados Unidos, China, Alemanha e Rússia (veja quadro).

Em um ano, em comparação a julho de 2009, a audiência brasileira nas redes sociais aumentou 47%.

O crescimento, porém, pode ser ainda maior, pois a comScore considera apenas acessos feitos por pessoas com mais de 15 anos, a partir de computadores em casa e no trabalho. Pontos públicos de acesso, como os localizados em cibercafés, e telefones celulares não entram na estatística.

Segundo o Jornal da Tarde, cada vez mais jovens de 16 a 24 anos no país acessam as redes a partir do celular. Eles já são 50% dos que têm internet móvel.

Em número de perfis, o Orkut ainda lidera no Brasil, com 52 milhões de usuários. O Facebook tem 6 milhões de clientes e, em um ano, cresceu 200%.

Publicado originalmente em: Destak, 26/08/2010.

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August 30, 2010   Deixe um comentário

Muda o perfil do migrante no Brasil

Comunicado do Ipea traz dados sobre escolarização, mercado de trabalho e rendimento dos migrantes

Enquanto em 1995, os migrantes eram aproximadamente 4 milhões de pessoas (3% da população), em 2008, esse número caiu para 3,3 milhões (1,9% da população). Além da diminuição do fluxo migratório nesse período, também foram registradas mudanças no perfil do migrante.

É o que mostra o Comunicado do Ipea nº 61 – Migração Interna no Brasil, divulgado nesta terça-feira, dia 17. Segundo o estudo, grande parte da migração não se dá de regiões mais pobres para outras mais ricas. Mais de 60% dos migrantes estão no Nordeste e Sudeste, com valores próximos para imigrantes e emigrantes das duas regiões. Embora os maiores fluxos estejam entre essas duas regiões, quando se relacionam os fluxos à população residente, as regiões Norte (2,6%) e Centro Oeste (3,7%) apresentam as maiores proporções de migração.

Outro dado relevante aponta que os migrantes do Nordeste para o Sudeste já estão em melhor situação em termos de formalização do trabalho (40,9% de trabalhadores informais) que os próprios trabalhadores não migrantes da região Sudeste (taxa de 43,4%). Também é possível perceber que a porcentagem de indivíduos com 12 ou mais anos de escolaridade no Brasil é maior entre os migrantes (18,1%) que entre os não migrantes (13,8%).

O coordenador do Núcleo de Informações Sociais do Ipea, Herton Araújo, e o técnico de Planejamento e Pesquisa Frederico Barbosa destacou que, apesar de ainda existirem bolsões de migrantes que ganham baixos salários e têm baixa escolaridade, o salário médio dos brasileiros que migraram (R$1.204,93) é, em geral, maior que o dos não migrantes (R$968,61). Quanto ao número de horas trabalhadas, 41% dos migrantes ocupados trabalham mais de 45 horas semanais contra 34,2% dos não migrantes nessa situação.

Em relação aos aspectos demográficos, o Comunicado revela que, em 2008, 62,9% dos migrantes do Nordeste para o Sudeste eram jovens (18 a 29 anos), percentual maior que o encontrado entre os não migrantes do Nordeste (32,8%).

Os dados qualificam o migrante em quatro diferentes anos: 1995, 2001, 2005 e 2008. As análises são feitas com base em dados do IBGE, que permitiram aos pesquisadores identificar como migrantes aqueles que mudaram de estado nos cinco anos anteriores a cada uma das datas usadas na pesquisa.

Rodolfo Nakamura
Com informações do IPEA

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August 27, 2010   Deixe um comentário

Muda o perfil do migrante no Brasil

Comunicado do Ipea traz dados sobre escolarização, mercado de trabalho e rendimento dos migrantes

Enquanto em 1995, os migrantes eram aproximadamente 4 milhões de pessoas (3% da população), em 2008, esse número caiu para 3,3 milhões (1,9% da população). Além da diminuição do fluxo migratório nesse período, também foram registradas mudanças no perfil do migrante.

É o que mostra o Comunicado do Ipea nº 61 – Migração Interna no Brasil, divulgado nesta terça-feira, dia 17. Segundo o estudo, grande parte da migração não se dá de regiões mais pobres para outras mais ricas. Mais de 60% dos migrantes estão no Nordeste e Sudeste, com valores próximos para imigrantes e emigrantes das duas regiões. Embora os maiores fluxos estejam entre essas duas regiões, quando se relacionam os fluxos à população residente, as regiões Norte (2,6%) e Centro Oeste (3,7%) apresentam as maiores proporções de migração.

Outro dado relevante aponta que os migrantes do Nordeste para o Sudeste já estão em melhor situação em termos de formalização do trabalho (40,9% de trabalhadores informais) que os próprios trabalhadores não migrantes da região Sudeste (taxa de 43,4%). Também é possível perceber que a porcentagem de indivíduos com 12 ou mais anos de escolaridade no Brasil é maior entre os migrantes (18,1%) que entre os não migrantes (13,8%).

O coordenador do Núcleo de Informações Sociais do Ipea, Herton Araújo, e o técnico de Planejamento e Pesquisa Frederico Barbosa destacou que, apesar de ainda existirem bolsões de migrantes que ganham baixos salários e têm baixa escolaridade, o salário médio dos brasileiros que migraram (R$1.204,93) é, em geral, maior que o dos não migrantes (R$968,61). Quanto ao número de horas trabalhadas, 41% dos migrantes ocupados trabalham mais de 45 horas semanais contra 34,2% dos não migrantes nessa situação.

Em relação aos aspectos demográficos, o Comunicado revela que, em 2008, 62,9% dos migrantes do Nordeste para o Sudeste eram jovens (18 a 29 anos), percentual maior que o encontrado entre os não migrantes do Nordeste (32,8%).

Os dados qualificam o migrante em quatro diferentes anos: 1995, 2001, 2005 e 2008. As análises são feitas com base em dados do IBGE, que permitiram aos pesquisadores identificar como migrantes aqueles que mudaram de estado nos cinco anos anteriores a cada uma das datas usadas na pesquisa.

A apresentação foi transmitida ao vivo para todo o Brasil. Jornalistas puderam enviar suas perguntas, que foram respondidas pelos pesquisadores na coletiva on-line.

Leia a íntegra do Comunicado do Ipea nº 61

Veja os gráficos da apresentação sobre o Comunicado do Ipea nº 61 (PDF)

Rodolfo Nakamura
Com informações do IPEA.

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August 17, 2010   Deixe um comentário

E-commerce fatura R$ 6,7 bilhões no primeiro semestre de 2010

Setor cresce 40%, supera expectativas e segue ganhando relevância

SÃO PAULO  - Os primeiros seis meses do ano foram aquecidos para o comércio eletrônico no Brasil. De acordo com dados publlicados na 22ª edição do Relatório “WebShoppers” (www.webshoppers.com.br) elaborado pela e-bit, com o apoio da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), o faturamento para o setor foi de R$ 6,7 bilhões. Esse valor representa um aumento nominal de 40% em relação ao primeiro semestre de 2009, quando registrou R$ 4,8 bilhões.

Depois de passar praticamente inabalado pela crise mundial que afetou a economia do final de 2008 até meados de 2009, o e-commerce vem se fortalecendo, principalmente pela retomada do crédito ao consumidor e pela maior confiança em realizar compras virtuais. A entrada de novos players, a consolidação de outros e a fusão de grandes grupos de varejo, já conhecidos no mundo offline, contribuíram para alavancar a confiança neste canal, trazendo novos e-consumidores e alavancando as cifras do setor.

Segundo o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti, o primeiro semestre do ano foi alavancado pela Copa do Mundo e pelas oportunidades que o evento agregou através das vendas online. “A primeira metade de 2010 foi excelente em faturamento. Com certeza, a Copa influenciou os resultados, já que as pessoas adquiriram produtos de maior valor agregado, como Televisores de tela plana. Além disso, por conta do final da redução do IPI os consumidores decidiram antecipar a compra de produtos de linha branca para aproveitar impostos ainda reduzidos. Esse fator, aliado às promoções e apelos das lojas virtuais, trouxe maior interesse ao consumidor para comprar mais pela internet nesse período”, concluiu Guasti.

As categorias de produtos mais vendidas no 1º semestre do e-commerce em 2010 que compuseram o “top five” foram: ‘Livros e Assinaturas de Revistas e Jornais’, ‘Eletrodomésticos’, ‘Saúde, Beleza e Medicamentos’, ‘Informática’ e ‘Eletrônicos’. O tíquete médio foi de R$ 379,00.

O que o e-commerce guarda para o 2º semestre?

O ano de 2010 pode ser caracterizado como um dos mais importantes na história do comércio eletrônico brasileiro. Com a forte movimentação nos primeiros seis meses, o setor caminha a passos largos para mais um recorde de faturamento, já que, historicamente, a segunda metade do ano é geralmente mais relevante e pode representar até 55% do faturamento total do canal.  No 2º semestre de 2010, espera-se que as lojas virtuais alcancem R$ 7,6 bilhões em vendas de bens de consumo, exceto venda de automóveis e sites de leilão virtual.

Dessa forma, espera-se um faturamento de R$ 14,3 bilhões ao final de 2010, o que representaria um crescimento nominal de 35% se comparado ao resultado de 2009, quando o setor faturou cerca de R$ 10,6 bilhões. Esses números também superariam a previsão inicial feita pela e-bit de R$ 13,6 bilhões, realizada na 21ª edição do WebShoppers, em Março.

Em 2010, o número de pessoas que fizeram pelo menos uma compra na internet deverá aumentar consideravelmente. Espera-se que o ano feche com 23 milhões de e-consumidores. Ao final de 2009, a e-bit havia registrado 17,6 milhões. O número torna-se ainda mais impressionante se compararmos, por exemplo, com a última Copa do Mundo. Para se ter uma ideia, na época do mundial realizado na Alemanha, há 4 anos, éramos apenas 6 milhões de adeptos às compras online.

Redes Sociais no e-commerce

De acordo com dados levantados pela e-bit, cerca de 55% dos e-consumidores que fizeram uma compra pela internet estimuladas por rede social são mulheres, o que pode indicar maior propensão do público feminino em ser seduzido pelas ofertas ou recomendações nesse canal. No comércio eletrônico em geral, a divisão é exatamente pela metade: 50% são homens, 50% mulheres. Quando se diz respeito à idade, os compradores provenientes de redes sociais são, em média, 7 anos mais jovens  que os compradores do mercado: 34 anos contra 41. Agora, se analisarmos as categorias preferidas dos e-consumidores oriundos de redes sociais, “Moda e acessórios” aparece em destaque, com cerca de 20% do volume transacional.

Pesquisa de resistência a compra

Nessa edição do relatório WebShoppers, a e-bit preparou uma pesquisa especial sobre resistência à compra, além dos principais motivos que levam o e-consumidor a não finalizar o pedido. O período de coleta dos dados foi de 14/07/2010 a 16/07/2010, tendo sido coletadas 5.600 respostas.

Segundo dados levantados na pesquisa, dos e-consumidores que visitaram sites e decidiram não comprar produtos, 62% disseram ter consultado preço, valor do frete ou o custo total do produto, além de ter procurado por promoções e descontos. Dos entrevistados, 86% disseram que apenas olharam alguns itens e saíram da loja, não chegando a começar o processo compra. Já 14% disseram que deram inicio ao processo de compra, mas acabaram não concluindo o procedimento.

Para o diretor de Marketing da e-bit, Alexandre Umberti, acompanhar esse tipo de comportamento dos consumidores é de suma importância para as lojas online. “Conhecer os motivos pelos quais seus consumidores abandonam a compra pode ser uma maneira eficaz de evitar perda de receita, além de permitir traçar estratégias interessantes para fidelizar o novo e-consumidor, que está acessando o site pela primeira vez”, analisa Umberti.

Rodolfo Nakamura
1stcom

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August 11, 2010   Deixe um comentário

5 razões porque a Ford continua a brilhar nas mídias sociais

Existem poucas companhias que entendem que o marketing em mídias sociais é um processo de aprendizado contínuo como a Ford.  Qualquer empresa, grande ou pequena, pode aprender com a Ford, em especial com o mais recente lançamento do Ford Explorer 2011 no Facebook. Aqui estão cinco razões pelas quais Scott Monty e sua equipe continuam a brilhar na arena das mídias sociais.

1.Eles entendem sua audiência: Cada carro da Ford tem como alvo diferentes segmentos, audiências, demografias, etc. cada campanha apela para um público alvo em particular. A equipe parece compreender que, embora as pessoas possam amar a Ford, elas amam ainda mais o carro que dirigem. A Ford se esforça para compreender isso e envolver as pessoas nesse mesmo nível.

2.Eles aprendem com as experiências: A mais notável das recentes campanhas da marca é o “Ford Fiesta Movement” onde a equipe de Monty trabalhou com 100 evangelistas de mídia social para promover o novo Ford Fiesta. Os objetivos foram definidos, medidos e alcançados, cada um em diferentes taxas de sucesso. Apesar de as visualizações de vídeos não serem consideradas “virais” em números, um número se sobressaiu: 50.000 clientes em potencial ficaram interessados, 97% dos quais atualmente não possuem  um Ford.

Aprendendo com a campanha do Fiesta, a equipe levou a nova campanha do Ford Explorer a um novo nível. Engajando os fãs do antigo Explorer onde eles são mais ativos.

3.Eles definem metas e métricas: Há pelo menos uma métrica que foi revelada publicamente sobre a campanha do Ford Explorer: 30.000 fãs no Facebook antes do lançamento em 26 de julho, 2010. Eles alcançaram  a métrica e um fã sortudo vai ter um novo Ford Explorer em sua garagem. Ao definir metas e métricas, a equipe de Monty sempre sabe onde investir tempo e recursos para alcançar os compradores em potencial de forma mais efetiva.

4.Eles integram: Para Monty e sua equipe, isso não envolve apenas quantos fãs a Ford conquista no Facebook, trata-se de envolver potenciais compradores de carros em todos os níveis. Seu PPC e mídia paga em sites como CNN e Yahoo trabalham lado a lado com os seus vídeos no YouTube, fotos no Flickr e páginas no Facebook.

O conteúdo que a equipe de marketing da Ford está apresentando para o público não é apenas um comercial no YouTube, ele conta histórias que capturam e tocam o espectador. Eles integram seu site com vídeos e fotos, eles encorajam o engajamento, não apenas no Twitter, mas no Facebook e em blogs.

5.Um passo a frente: Ao invés de revelar o novo Ford Explorer no auto show, a Ford decidiu dar esse privilégio aos seus fãs no Facebook. A empresa percebeu que o futuro do marketing é levar as pessoas a participarem das conversas e partilharem suas experiências. A Ford está olhando para o futuro e percebendo que as experiências de uma pessoa com a sua marca e seus carros são o que continuam a vender os seus veículos.

clickz

Publicado originalmente em: Midias Sociais, 30/07/2010.

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August 4, 2010   Deixe um comentário

Oi tem lucro recorde de R$ 940 milhões no semestre

A Oi encerrou o primeiro semestre de 2010 com lucro líquido recorde de R$ 940 milhões, revertendo resultado negativo registrado em igual período do ano passado. A receita bruta consolidada chegou a R$ 23,1 bilhões e a receita líquida atingiu R$ 14,9 bilhões. O Ebitda (lucro antes de despesas financeiras, impostos, depreciações e amortizações) consolidado no semestre alcançou R$ 5,2 bilhões, alta de 7,9% em relação ao Ebitda recorrente dos primeiros seis meses do ano passado. A margem Ebitda foi de 35%, contra 32,6% registrada no mesmo período de 2009.

“O resultado do semestre foi bastante positivo e reflete a performance operacional da companhia, traduzindo a estratégia de rentabilização da base de clientes, assim como o ganho de sinergias com a compra da Brasil Telecom e a redução de custos e despesas operacionais”, afirma o diretor de Finanças e Relações com Investidores da Oi, Alex Zornig.

“Depois dos investimentos para aquisição da BrT que fizeram a Oi dobrar de tamanho, este ano ampliamos a cobertura dos serviços de banda larga e de telefonia móvel em todo o país. Chegamos com banda larga a 3,7 mil municípios, sendo 80% desse total com menos de 30 mil habitantes”, destaca Zornig.

“Já levamos também banda larga gratuita para 40,8 mil escolas públicas urbanas de ensino médio e fundamental e, em apenas seis meses, expandimos a cobertura de telefonia móvel para 310 municípios brasileiros, alcançando mais de 3 mil cidades em todo o país”, acrescenta Zornig.

De junho de 2009 a junho deste ano, a Oi registrou adições líquidas de 2,7 milhões, ampliando sua base para 62,6 milhões de clientes. Deste total, 20,8 milhões estavam em telefonia fixa, 37,2 milhões em telefonia móvel, 4,3 milhões em banda larga fixa e 265 mil em TV por assinatura.

Publicado originalmente em: Adnews, 27/07/2010.

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August 3, 2010   Deixe um comentário

Internautas dedicam 23% do tempo a redes sociais

As pessoas que utilizam a internet estão gastando menos tempo com checagem de e-mails e leitura de notícias e dedicam mais seus minutos on-line a redes sociais. A informaçõe é da empresa de pesquisas Nielsen, que fez um levantamento com usuários americanos no mês de junho.

De acordo com a Nielsen, a população gasta 23% do seu tempo na internet com sites como o Facebook e o Twitter. Esse número reprensenta crescimento de sete pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano passado. Esse foi o maior crescimento em todas as categorias analisadas pela pesquisa, que inclui tempo de checagem de e-mails, de navegação em portais da web e jogos.

Aliás, a categoria que analisa os minutos gastos com jogos, como o Farmville do Facebook, ficou em segundo lugar em crescimento, como 10% do tempo dos internautas. Em terceiro, ficou a checagem de e-mails, com 8,3%. A navegação em portais ficou em quarta posição, com 4,4%. Compras on-line e buscas aleatórias aumentaram pouco em relação a 2009: de 3,5% para 3,9%.

Os dados da Nielsen indicam que, mesmo que os usuários acessem mais vezes sites como o Google, eles gastam bem menos tempo do que com as redes de relacionamento, como o Facebook.

Panorama nacional

Já no Brasil, a proporção é consideravelmente diferente. As redes sociais ocupam 87% do tempo online dos brasileiros, de acordo com pesquisa realizada pelo IBOPE Inteligência em parceria com a Worldwide Independent Network of Market Research (WIN) – divulgada em julho.

Os dados atuais colocam o país em décimo lugar entre os usuários de sites como Orkut, You Tube, MSN, Twitter, Facebook, ou Linked In. A Índia lidera este ranking dos que mais acessam (100% dos internautas indianos visitam redes sociais), seguida por Sérvia, Coréia do Sul, Rússia, Espanha, China, Turquia, Romênia e Itália.

Os internautas brasileiros acessam redes sociais principalmente por razões pessoais (83%), mas há também parcela significativa, de 33% dos usuários de internet, que acessa estas redes para uso profissional. Em ambos os casos os índices brasileiros estão acima da média mundial: 75% de acesso por razões pessoais e 25% por razões profissionais.

As principais atividades desenvolvidas nas redes sociais são ver mensagens/navegar (98%), conversar (76%) e atualizar o próprio perfil (76%).

Redação Adnews

Publicado originalmente em: Adnews, 02/08/2010.

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August 3, 2010   Deixe um comentário

Anatel determina o fim de venda casada da banda larga

Agência decidiu adotar medidas cautelares contra prática de operadoras.

BrT, CTBC, GVT, Oi, Telesp e Telefônica foram notificadas por regulador.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) adotou medidas cautelares contra operadoras no tocante a venda casada de banda larga, entre outras práticas. Conforme nota da agência reguladora, o superintendente de Serviços Privados interino adotou “medidas acautelatórias” contra Brasil Telecom (do Grupo Oi), Companhia de Telecomunicações do Brasil Central (CTBC), Global Village Telecom Ltda. (GVT), Telemar Norte Leste S/A (Oi) e Telecomunicações de São Paulo S/A (Telesp; Telefônica), determinando que sejam interrompidas determinadas práticas, como venda casada do Serviço de Comunicação Multimídia (SCM, licença que permite oferecer banda larga) com outros serviços de telecomunicações, inclusive o de telefonia fixa (STFC).

As outras medidas são contra condicionamento de vantagens para o assinante do SCM mediante contratação de linha fixa (STFC) ou de outros serviços, salvo em promoções; ônus excessivos ao interessado na contratação da banda larga quando comparado à oferta em conjunto com outros serviços, forçando venda casada; e uso do preço da banda larga (SCM) “como mecanismo de recusa de oferta do serviço em separado, inclusive a fixação de preço do serviço em separado em valor superior à oferta conjunta de menor preço contendo SCM de características semelhantes.”

A Anatel ressalta que as cautelares não têm a intenção de restringir a liberdade de preços praticados pelas empresas, já que o SCM é prestado em regime privado, de preço livre. Ainda conforme a nota, a agência está analisando os recursos apresentados pelas empresas, exceto a Telesp (Telefônica), que não apresentou recurso.

Publicado originalmente em: G1, 27/07/2010.

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July 28, 2010   4 Comentários